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OVELHA E PASTOR.

A relação das ovelhas com o seu Pastor

Qual a função do pastor da igreja? Com certeza, todos responderiam, conduzir as ovelhas à Cristo, zelar pela sua saúde espiritual, orientá-las, formá-las segundo a Palavra de Deus. Dentre outras funções administrativas, um pastor tem esses papéis dentro de sua igreja.

 

“Lembra-lhes que se sujeitem aos que governam, às autoridades; sejam obedientes, estejam prontos para toda boa obra, não difamem a ninguém; nem sejam altercadores, mas cordatos, dando provas de toda cortesia, para com todos os homens. (Tt 3:1s )

O problema é que nos esquecemos de que o pastor é um homem que, apesar de sua unção, possui suas limitações. Ainda que seja um homem sábio, não sabe de todas as coisas; além de ser a autoridade maior na estrutura da igreja, não detém poder para si, não se comporta como um déspota, ditador ou absolutista. Antes, é um servo do Senhor que também obedece; ainda que fale belos sermões todos os domingos, possui um longo tempo devocional onde, a sós com Deus, ouve e escuta atentamente o que Ele quer para a sua igreja e para o Seu povo pastoreado por ele (com “e” minúsculo pois refere-se ao pastor e não a Deus). O pastor é um homem que nos pede para orar de joelhos, vez por outra, nos ensinando, como ele faz, um gesto de humildade onde, durante vários minutos fica de joelhos, pequeno diante do Deus a quem serve.

O pastor é um amigo. É alguém cujas atitudes vão além do comportamento ético (que não se ensina em canto nenhum se a gente não tem caráter) e são atitudes de irmão e amigo, alguém que nos quer bem, que nos ama e gasta, mesmo que nós não saibamos (ou nos esqueçamos) muito tempo conosco. É muito tempo. Não só quando nos recebe em seu gabinete para atendimento pessoal, ou nos visita em casa, no trabalho no hospital ou onde estejamos quando nós ou alguém da nossa família está doente ou com dificuldade.

Senti a necessidade de escrever esse estudo para o Ministério e colocá-lo à disposição de todos pelo site. Tem sido constante a necessidade de nós, ovelhas, oramos pelos nossos pastores, que também são ovelhas, e saber como podemos ajudá-los em seu Ministério Pastoral.

O pastor está ali para facilitar os nossos ministérios. Facilitemos o dele!

Meu pastor, certa vez, ao pregar, disse que sua função na igreja era facilitar o ministério de todos nós. Facilitar em todos os sentidos. Ser um facilitador significa acompanhar, auxiliar, ensinar, dar condições para que todos nós pudéssemos ter os melhores meios para realizarmos nossas funções dentro da igreja, quer seja no serviço, quer seja como ovelha. Profundo, isso! O pastor é um facilitador. Então, ele precisa que eu lhe dê abertura para que me ajude. Preciso dizer para ele o que eu não sei, o que preciso e como ele poderia me ajudar. Devo também lhe dar abertura para que me exorte. Devo também, pelo menos por educação, auxiliar seu pastorado... O mínimo que posso fazer é ser dócil.

O pastor não pode visitar ou atender a todos na hora que a gente quer
Há muitos problemas a serem resolvidos. O pastor precisa sentir-se livre para priorizar o que precisa ser priorizado. Meu irmão Márcio Pereira sempre falava que, vez por outra, estava “descascando pepinos eclesiásticos”. Aqui cabe uma risada, pois não deixa de ser engraçado – e bem apropriado o termo. Pois o pastor tem essa atividade, muitas vezes repleta de aborrecimentos por todos os lados. A gente não pode ser egoísta feito criancinha mimada e querer que o pastor sempre esteja disponível para nós. Tem irmãos que ficam zangados dizendo que o pastor não lhes dá atenção. Lembro-me de Veruca Salt (Julie Dawn Cole), do filme “a Fantástica fábrica de chocolate...” – um musical imperdível que terá seu remake feito este ano! - uma garota cheia de vontades e que falava imperativamente ao seu pai: “Eu quero isso e quero agora!” Penso que nos comportamos da mesma maneira se queremos a atenção pastoral “agora”. A gente deve refletir melhor e entender que há casos mais urgentes e situações que demandam mais tempo dos nossos pastores. E não somos, nem eu nem você quem vamos dizer quando ele deve estar disponível pra atender a gente. Ou você discorda?

 

Os "pepinos eclesiásticos"...

 

O pastor também sofre, sente medo, dor e se angustia.

O pastor está também, como nós, inserido num contexto de lutas e dificuldades. É um homem como nós. Sofre. A gente fez uma representação interna da imagem pastoral como um “semi-deus” ou um “super-homem” (Se não fez, graças a Deus!). Alguém desprovido de sentimentos pessoais ou até da sua própria vida! Errado, gente! Por detrás daquele que nos trás um sermão inspirado, há um homem que sente e que interage com o mundo como a gente... É desumano e extremamente egoísta da nossa parte a gente querer que seja assim tão forte, que resista a tudo e que não derrame uma lágrima sequer! Nós não somos ovelhas cruéis. Não fomos formados assim nem somos pastoreados na “lei do Chico Brito”, ou seja, ou vai ou racha...

Pra. Betinha. Grande serva de Deus: Por trás da palavra inspirada, há uma pessoa, um ser humano que sente como a gente sente!

O pastor também precisa de um incentivo

Após cada sermão, é saudável uma palavrinha: “Pastor, como fui edificado pelo seu sermão...” Ele, mais do que qualquer pessoa, sabe que estudou pra preparar o sermão e o tanto que orou e se dedicou para pregar uma mensagem de vinte ou trinta minutos. Mas, sabe também que Deus fala através Dele. Sabe que empresta sua voz ao evangelho e que sem a ação do Espírito santo, suas palavras seriam pleno conhecimento, teorias... Sabemos que “formação” não é transmissão de conhecimento, mas transmissão de vida! Mesmo assim, vale um incentivo, uma palavrinha carinhosa que abençoe o ministério daquele pregador. Cada um de nós se sente tão bem quando recebe um elogio... O pastor também..

 

O pastor precisa de uma justa remuneração.

“Devem ser considerados merecedores de dobrados honorários os presbíteros que presidem bem, com especialidade os que se afadigam na palavra e no ensino. (1 Timóteo 5:17 )

Quanto vale o trabalho do pastor da sua igreja? Ponto delicado... A história nos mostra que quem detém o poder econômico detém o poder político. Infelizmente há irmãos que, trazem a história secular para dento da igreja, ao pensar (e agir) que, porque paga seu dízimo e/ou faz ofertas financeiras de alto valor é um acionista da igreja. Por essa razão, pensa que pode dar as ordens. Inclusive ao pastor... “Se não fizer do jeito que a gente quer, a gente vota e dispensa ele...” Nunca concordei com isso e não vou concordar nunca! É bíblico ser pago pelo seu trabalho, é lícito que recebam justa remuneração. O pastor não vive só de “amor” e de “palavra”. Tem esposa, filhos e suas necessidades pessoais como cidadão. Nós queremos um bom pastor, mas não estamos dispostos a dar-lhe um justo salário para o seu sustento. Tá errado, não está? E um recado para os que se sentem “acionistas” da igreja: A igreja pertence ao Senhor e não a você! Pagar o dízimo é bíblico e a gente não faz nada a mais do que a nossa obrigação! (leia mais: Mt 23:23 Ml 3:7-10 e Ne 10:32 . Ver Também II Cor 8:1-7).

 

Murmuração é pecado!!!

 

Quando a gente não concorda com o direcionamento pastoral
Vejo algumas pessoas comentando nos corredores - e fora deles - em várias igrejas que não concordam com essa ou com aquela decisão pastoral. E quem foi que disse que eu concordo com tudo o que o meu pastor decide? Nem sempre! Só que tem aí um detalhe: é saudável a gente não ter o mesmo pensamento, muitas vezes. É bom que idéias e opiniões diferentes aconteçam. A gente pode, assim, ter a oportunidade de discuti-las, de orar mais e de crescer! Mas ficar comentando com os outros que não concorda, não apresentar soluções e até fazer oposições e ameaças pelas costas... – nessas horas todo mundo é muito corajoso! – é errado. É murmuração! E murmuração é pecado (Cf I Pe 4:9).

A gente tem que redescobrir o diálogo

Redescobrir o diálogo é voltar ao início de tudo de maneira magnífica. É restabelecer laços. Não é no grito. Não é com maneiras grosseiras... Não é feito um “galo-de-briga” que a gente vai resolver a insatisfação que está dentro de nós. Tem gente que manda até e-mail desaforado pros pastores. Talvez não tenha coragem de olhar nos olhos e dizer o que escreveu. Outra hora onde todo mundo é valente! Já pensaram como se sente um líder de uma igreja quando sabe que seus liderados “falam por trás”, tecem comentários maliciosos ou indelicados à seu respeito? Só quem sabe é quem já teve a responsabilidade de estar á frente de uma igreja ou de um ministério. A gente fala do amor de Deus. A gente cultua nessa atmosfera. Mas, nem sempre vivemos esse amor...
Por que a gente não conversa com o pastor, que é nosso irmão e amigo e diz: “Pastor, não concordo com esta ou aquela decisão do irmão... Penso que poderia ser melhor dessa outra maneira...” O problema, irmãos, é que, nem sempre temos outra maneira. Ou, se a temos, achamos que ela é a mais certa, a absoluta! Eis outro Engano Próprio Profundo (E.P.P.)

Outra coisa... O homem tem a capacidade de dialogar. Por que não o fazemos?

Por que insistimos em irracionalizar nossas atitudes?

 

De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus... (Romanos 13:2)

 

Pode contar comigo...
Cada um de nós, especialmente quem faz parte da liderança, é alguém de confiança do pastor. Ele tem que ter a certeza de que pode contar conosco. A gente bota muita banca. Acha que o pastor vive pedindo favores a nós.
Lembro-me quando estudava a história da música na Igreja. Cada levita era separado bem cedo, ainda garoto, para estudar e se preparar para cantar nos cultos. Era a maior honra para um deles ser escalado para cantar naqueles coros imensos com mais de cinco mil pessoas e cinco regentes... A gente reclama tanto quando o pastor nos pede para cantar num culto... Quando nos dá uma missão, pensamos: “será que o reverendo acha que não tenho o que fazer?”. Na verdade, se nossa liderança nos pede algo é porque confia em nós. E eles devem ter sempre a certeza de que podem contar conosco. Nós estamos na igreja para abençoar e ser abençoados. Quem faz parte de um ministério está ali para servir e não para ser servido ou fazer o que lhe é conveniente. No começo do Água Viva a gente não entendia essas verdades. Reclamávamos muito quando éramos escalados para cantar duas músicas (inspiração musical) no culto. Parecia que dizíamos assim: “Três músicas??? Por que duas quando se pode cantar só uma?” . Sim, e a Bíblia onde está? E a oração pessoal, existe? Nesse caso, parece que não... Portanto, mais uma coisa pra gente aprender: estar disponível. O pastor deve poder contar com cada um de nós e, quando nos pedir – ou mandar – fazer algo, tomemos não só como obediência, mas com a alegria de ter o privilégio de servir a Deus. Humanamente falando, como é bom ver que o nosso pastor confia na gente. Tanto é, que nos dá uma tarefa pra fazer.

A liderança da igreja também “é pastor”.
Só sentimos na pele isso quando passamos por uma experiência onde temos que liderar. Liderar em Cristo tem um peso bem maior. É muito mais sério, exige muito mais responsabilidade porque nós não lideramos para nós nem para fins ou ideais próprios. Conduzimos as pessoas a Cristo. É o povo de Deus que está sob o nosso cuidado imediato. Muitos de nós só conseguimos obedecer e só entendemos que precisamos ser aliados da liderança quando exercemos função de liderança. Faz parte do processo de formação entender isso.

Ajudemos ao pastor a administrar seu tempo. Não vamos “alugar” os ouvidos do reverendo falando besteira.
Quanta gente marca atendimento pra falar besteira. E o pobre do pastor, com toda bondade e paciência, escuta... Tem pessoas que não se contentam em falar da vida alheia com os outros e vão tentar fazer o mesmo no gabinete pastoral. Ou param o pastor nos corredores e o “alugam”. Falam, falam, falam... Meu Deus, a gente tem que se curar de muita coisa. A gente precisa voltar a ter uma língua. Sim, porque a nossa parece um estilete afiado que corta tudo e todos. Onde falta o amor, falta a caridade. É certo que nossos problemas podem parecer bobos para os outros. Mas não é disso que falo. Falo em “conversa de comadre” em “papo sem futuro” que não edifica em nada! É isso mesmo. A gente tem que falar a verdade, não tem? Vamos ajudar aos nossos líderes e pastores. Nossa sede de sermos ouvidos jamais pode nos levar a falar antes de pensar. Aconselhamento pastoral é ótimo. Mas pensemos: Há irmãos com problemas mais sérios do que os nossos. Eles precisam mais do que nós de um atendimento. A gente pode ajudar ao ministério do pastor também nesse momento. É só fazermos a seguinte pergunta: Será que eu preciso mesmo desse horário? É justo “gastar” esse tempo já que existem outras pessoas precisando mais do que eu? Pedi a Deus muito amor ao escrever esse bloco. Eu sei que é delicado demais. Porém, irmãos, não se pode negar que é verdade e que acontece. Tem irmãos, e nós os queremos bem, que “não põem um prego numa barra de sabão” ( isso é expressão do Ceará. Fala de gente preguiçosa ou sem iniciativa) que tudo para elas é motivo de estar na sala do pastor. Não penso assim. Convido vocês a refletir sobre isso. Tirem suas conclusões.

Respeito (Obediência em amor)
Sim, respeito. Não se pode tratar o pastor como um par, de igual pra igual. Ele, apesar de ser nosso irmão, é autoridade constituída sobre nós e nós lhe devemos obediência e respeito. Criticá-lo pelas costas, dirigir palavras a Ele sem educação e sem decoro é admitir que nós somos gente de péssima qualidade e pessoas sem berço e sem Cristo. Precisamos nos converter. Quem age assim, vale o que a história já diz: “Cada povo tem o governo que merece”. Essa máxima de autoria do filósofo francês Joseph De Maistre (1753-1821), crítico da Revolução Francesa, ilustra que, quem está errado, não é quem governa, mas o povo que escolhe, elege e faz o seu governante. Se nós, o povo que é governado não respeitamos aquele que nos governa e nos é superior, vale também a frase “Quem é mesmo o povo? de Affonso Romano de Sant´Anna. Como nós podemos querer ter um líder, mesmo sendo um líder espiritual, se nós não o tratamos com respeito? Não é ele quem muda. É a forma desvalorizada e desacreditada com a qual nós o veremos se não tivermos atitudes respeitosas para com eles. Não é dinheiro nem são normas empresariais ou bélicas, leis humanas que nos obriguem a temer – aqui, no sentido de ter medo e respeitar – um líder. Na igreja, a gratuidade nas relações e a motivação pela qual estamos juntos não nos permite um engano: ou a gente aceita e colabora com a estrutura ou a gente não aceita mas respeita e participa de forma civilizada e pacífica dessa estrutura, apresentando sugestões, projetos de mudanças, propondo discussões à luz de Deus. Qualquer coisa fora disso soará como desrespeito e conspiração.
Vejamos o que Paulo diz aos Romanos:

“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por Ele instituídas. (Romanos 13:1)

Em vez de construirmos ponte, criamos um verdadeiro abismo entre nós e quem representa autoridade. Isso tem que mudar.

Não tenho espaço...
Às vezes a gente diz que não tem espaço para conversar com os nossos líderes. O problema não está neles. Está em nós! Somos nós, que oramos pouco, que criamos um imenso abismo entre nós e quem nos lidera. Se há dois lados, somos nós quem criamos. Há um espaço, sim. Um espaço enorme. Um abiiiiiiiismo!” Um abismo que a gente mesmo foi criando com a murmuração, com a maledicência... Aí bota a culpa no pastor. É ele quem não quer nos atender. É ele quem não tem tempo pra nós e não nos dá a liberdade de falar o que a gente pensa. Nesse caso, tem espaço até demais... Mais do que devia! O que falta, não é o espaço e sim uma ponte! Que tal construir uma ponte nesse abismo cruel que mata Cristo em nós e que faz nossas igrejas sofrem desnecessariamente?

Aceitar a Exortação
“visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem.” (Romanos 13:4)
A gente ás vezes ou é oito ou oitenta. Ou nunca obedece ou o faz de modo a chamar a atenção sobre a gente.
É preciso dar abertura para que os nossos superiores nos tragam uma palavra de exortação. Um grande pregador, Apolo, bastante conhecido na igreja de Corinto, certa vez começou a falar na sinagoga (At 18:26). Mesmo sendo um homem de “alta temperatura espiritual”, falava com teor baixo e com visão estreita sobre as coisas de Deus. Vendo isso, um casal (Áquila e Priscila) o chamou e expôs a verdade da Palavra. Ao aceitar a exortação, Apolo demonstra humildade e nos ensina a sempre ouvir a exortação.
Aqui, o contexto também pode ser outro: aceitar a exortação, no sentido de o pastor nos chamar à atenção de algo. É saber ouvir “Você está errado, meu irmão!”. Como nós somos orgulhosos! Como temos ainda o que crescer quando não entendemos que o orgulho não vem de Deus! Muito menos, a desobediência... Vai ver, quem se comporta assim, não é ou não terá sido um bom filho. Terá feito seus pais sofrerem bem mais o que o fazem aos pastores e líderes da igreja.

Sustentar os pastores em oração
Tudo aqui é muito bonito. Mas eu penso que não é só o dízimo e ofertas que sustentarão um pastor. Certo? Certíssimo!!! Um líder espiritual precisa do apoio não só moral, mas principalmente espiritual do seu povo. Sua aprovação não está numa assembléia administrativa onde erguemos o braço e dizemos “eu concordo”, mas nas atitudes cotidianas. Sentir-se-á apoiado se tiver a certeza de que pode contar com a gente e que, cada uma das suas ovelhas, não traz consigo o estilete afiado da língua pagã, mas um “pode contar comigo” escrito na atmosfera que os circunda, no ar de saúde que é respirado dentro das nossas igrejas e em suas dependências. Talvez, o irmão não saiba o quanto sustenta um pastor se ora por ele. Respalda. Apóia. Protege. Caríssimos, temos que cuidar dos nossos pastores. Parece até estranho dizer isso... Mas, como no exército, o General está protegido pelos soldados. Seu trabalho é elaborado demais para que esteja “descoberto” e se torne um alvo fácil. Nas coisas de Deus, a batalha é espiritual. E o nosso inimigo não vai deixar de querer ferir o pastor, derrotar o líder. Em Marcos 14:27, Jesus nos diz: pastor ferido, ovelhas dispersas...
Faça uma pergunta a você mesmo: tenho orado pelos meus pastores? Prossiga pensando:Tenho sido um aliado, um amigo, uma boa ovelha, alguém com quem ele pode contar?
Leia mais: II Cor 1:11 e Fp 1:19.

Nota do Autor:
Esse estudo é dedicado ao Pr. Marcos Vieira Monteiro, o pastor da minha igreja. Através dele, seus sermões, orações e seu acompanhamento pessoal pude renascer para Deus. Minha gratidão, também à Dora, sua esposa, a “madrinha” do Água Viva e alguém que me acompanhou nos primeiros momentos de convertido.

Extraído:

ALIADOS
A relação das ovelhas com o seu Pastor
Escrito por: José Musse Costa Lima Jereissati
Revisado Por: Fernanda Carvalho Borges
Aula Ministrada na Escola de Formação em 23/02/2003



Autor: Pr. Nelson

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